Intro: É que a canseira vai subindo sem parar E no sertão que é fogo só me resta caminhar E pó que é pó não sobe, só rasteja pelo chão O sopro é o que levanta e me carrega pela mão Sou barro tão solto, sou terra varrida ( ) É largo o rio que serpenteia ao meu redor É cheio o poço pra regar de vida quem é pó Ferida foi a rocha pra verter a salvação É água doce e pura pra moldar quem é torrão Me rega a vida a rocha ferida Sou barro tão solto, sou terra varrida Me rega a vida a rocha ferida Sou barro tão solto, sou terra varrida Me rega a vida a rocha ferida Sou barro tão solto, sou terra varrida
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